A fanfarra do Médio Oriente pode ajudar ou prejudicar Ons Jabeur admite Martina Navratilova: "É um ponto positivo ou negativo?"

Martina Navratilova, 18 vezes campeã do Grand Slam, elegeu Ons Jabeur como uma das jogadoras que poderá encontrar um impulso nos torneios do Médio Oriente. A tunisina ainda não encontrou consistência em 2024 e terá provavelmente o público do seu lado como a principal esperança árabe nos Open de Doha e Dubai.

Apesar de Jabeur não estar na sua melhor forma, Navratilova acredita que os próximos eventos WTA1000 podem ser um momento oportuno para Jabeur recuperar o seu ímpeto: "Será interessante ver se a pressão de 'jogar em casa' a prejudica ou a ajuda. Estes são os seus países; ela representa toda a gente lá. Será uma vantagem ou uma desvantagem?

De acordo com Navratilova, se Jabeur conseguir bons resultados, isso poderá dar-lhe uma confiança renovada para a próxima época: "Ela foi muito derrotada pela Andreva, por isso não acho que a sua confiança esteja muito elevada", acrescentou a antiga número 1 do mundo.

"A derrota não foi má, mas a forma como perdeu é que foi. Mas talvez, esperemos, jogar lá traga a confiança de volta - um novo sentido de confiança, concentração de energia. Espero que sim, porque o jogo é melhor com ela perto do topo".

Início de temporada inconsistente para Jabeur

A número 6 do mundo iniciou a sua época diretamente no Open da Austrália, sem qualquer torneio anterior. Depois de uma vitória na primeira ronda contra Yulia Starodubtseva, que passou pela fase de qualificação, sofreu uma derrota decisiva na segunda ronda contra a sensação de 16 anos Mirra Andreeva, perdendo por 0-6 e 2-6.

Na fase inicial da digressão pelo Médio Oriente, entrou no WTA 500 Abu Dhabi Open como segunda cabeça de série. Apesar de uma vitória convincente sobre Emma Raducanu (6-4, 6-1) na primeira ronda, foi eliminada nas quartas-de-final contra a número 13 do mundo, Beatriz Haddad Maia (6-3, 6-4). Apesar de Haddad Maia ser uma adversária formidável, Jabeur sentiu dificuldades físicas no segundo set, derramando lágrimas durante o jogo devido a dores no joelho.

"Há muito tempo que ando a lutar com o joelho e a semana passada foi muito, muito dura", disse Jabeur no domingo, no Media Day em Doha. "Espero poder recuperar a tempo e depois jogar melhor aqui em Doha."

No Open de Doha, será a 4ª cabeça de série e enfrentará a ucraniana Lesia Tsurenko (nº 37). A tunisina não participou em torneios do Médio Oriente no ano passado, pelo que não defende pontos até março em Indian Wells.

"Para mim, pessoalmente, é muito importante estar aqui para me relacionar com o público árabe. Sinto muito amor aqui na região e, obviamente, essa é uma das razões pelas quais escolhi jogar em Abu Dhabi, Doha e Dubai, porque me sinto muito bem aqui", acrescentou Jabeur.

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